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QUANTO GASTAR NUMA VIAGEM A EUROPA

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Essa também é uma das perguntas mais feitas pelos meus clientes. Confesso que muitas vezes eu respondo com outra pergunta: quanto você pretende gastar? É bom para mim, para que eu possa montar um roteiro mais adequado às suas necessidades/ possibilidades, é é bom para o viajante também ir entrando na “vibe” da viagem!
Numa conta muito rapida ,e bem superficial costumo calcular os seguintes gastos DIÁRIOS:

-100 euros para hospedagem (esse valor é ja considerando um hotel confortável, bem localizado e varia muito de cidade para cidade)
-20 euros para alimentação (também pode variar bastante)
-10 euros com transporte
-10 euros para lazer
-10 para outros (itens de higiene, de uso pessoal, etc)
Mas como sempre faço questão de frisar tudo vai depender do tipo de experiência que a pessoa deseja ter. São muitos os pormenores que envolvem os gastos de uma viagem. Vai destinado a compra (embora na maioria das vezes esse não seja o caso da Europa,). Quer fazer um tour gastronômico? Vá preparando o bolso, pois a alimentação pode representar boa parte de seus gastos em paÍses como a França e Itália por exemplo. Já em Londres pode-se gastar bastante com atrações turisticas. Minha dica é: procure o equÍlibrio, como tudo na vida, aliás: exagerou num dia, procure compensar em outro. Em qualquer lugar do mundo sempre irão existir opções mais extravagantes e outras mais em conta.
VEJA MAIS EM: QUAIS AS CIDADES DO MUNDO MAIS CARAS (E TAMBÉM AS MAIS BARATAS)

Cartão, Dinheiro ou Cartão Pré Pago? Qual a melhor opção?

Procuro listar pros e contras de cada um. No final vai depender do que e como você deseja administrar seus gastos.
No cartão de credito você está sujeito a variação cambial dependendo da data de fechamento do seu cartão,Se o real desvaloriza nesse meio tempo você pode ter surpresas desagradáveis. No entanto, gera milhas que podem ser revertidas até em passagens para uma próxima viagem. Ah! Não esqueça de habilitar seu cartão (que deve ser obrigatoriamente internacional) antes de viajar. Isso deve ser feito através da administradora/banco emissor do seu cartão. É importante que você mencione a data de sua viagem para que não haja surpresas desagradáveis durante sua estadia, como cartão negado ou bloqueado.
No caso do cartão pré pago (tipo VTM) você também paga os 6,38 % de IOF que é cobrado no momento da carga ou recarga de moeda. A cotação que vale é a do momento da compra. Não há tarifas para gastos no comércio, mas há tarifas para saque em caixa eletrônico (US$ 2,50 por operação, mais as taxas do uso do equipamento, que variam de rede para rede). O cartão pode ser recarregado à distância, por internet banking (em dias úteis, durante o horário de funcionamento do mercado de câmbio no Brasil). A vantagem é que se precisar de dinheiro vivo no meio da viagem, você pode sacar o valor, sendo mais seguro do que levar uma quantidade grande de dinheiro pra lá e pra cá. Mas é bom saber se para onde você vai há bancos próximos onde esse serviço possa ser feito.
Dica importante em relação a cartões pré-pagos: carregue-o sempre na moeda corrente no país que irá visitar. Assim você não terá perdas cambiais.
No caso de dinheiro vivo foge-se do IOF e taxas extras. Porém, atenção a onde trocar sua moeda. Evite casas de câmbio de aeroportos e próximas a atrações turísticas; por motivos óbvios oferecem as piores cotações. Nos fins de semana também a cotação baixa; troque o estritamente necessário. No caso específico da Europa, descubra as agências de banco que têm setor de câmbio; elas oferecem cotações mais vantajosas que as casas de câmbio.
A minha indicação de modo geral é: leve METADE do que pretende gastar em dinheiro vivo, com Euros já convertidos ( há muitas casas de câmbio boas aqui no Brasil que indico) e a outra metade em cartão de credito. Também indico que reserve uma pequena parte adquirindo um VTM(cartão pre pago, devido a facilidade de fazer remessa ao exterior caso haja algum imprevisto durante a viagem. Um parente próximo pode ficar avisado dessa missão caso seja necessário.

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VISITANDO MUSEUS NA EUROPA E NOVA YORK SEM FILA

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Dependendo da época da sua visita a alguns lugares, como museus e outras atrações turísticas pode-se levar horas e horas somente em filas. Existem algumas dicas pra não passar por isso listadas abaixo:
-Paris e Versalhes Existe um passe, vendidos em lugares como a Fnac por exemplo, chamado Paris Museum Pass, que custa entre €48 e €74, e dá direito a 2, 4 ou 6 dias consecutivos de acesso a praticamente todos os museus importantes, com entradas exclusivas e sem filas nos mais disputados (em Versalhes a fila da bilheteria pode chegar duas horas, mas ainda precisa passar pela fila do raio-X). Para a Torre Eiffel compre sua entrada através da internet. Há lotes com hora marcada disponíveis na bilheteria online, tanto para o segundo andar quanto para o topo.

-Roma: o Roma Pass, a €28 (valido por 48 hs) e €38,50 (por 3 dias) vendido também nos postos de turismo. Com ele você visita o Coliseu sem filas intermináveis e otimiza seu roteiro. Para visitação ao Vaticano o ingresso custa €16, e a taxa de reserva, €4; comprando pelo site oficial.


-Florença e Pisa: mais uma vez a opção da internet ajuda, através de paginas de museus da Galleria Uffizi e Accademia. São €8 pelo ingresso e €4 pela reserva. A Torre de Pisa também vende parte dos ingressos com antecedência online a 18.


-Milão: Os ingressos são vendidos pelo Cenacolo Vinciano. A reserva online é obrigatória mesmo para o primeiro domingo do mês quando a entrada é gratuita. Nos outros dias o valor é de €10, mais 2 de taxa de reserva .

-Granada: Em Alhambra o número de visitantes é limitado por dia. É preciso reservar um turno para a visita e conhecer os palácios Nazaríes.


Berlim: As opções são simples de usar. O Berlin WelcomeCard tem versões que variam na duração e área de abrangência e inclui transporte público ilimitado e desconto em atrações (o de 72 hs custa €44). O Berlin CityTour Card se assemelha ao primeiro, mas pode ser ainda mais interessante para quem não está a fim de visitar os museus. Sai a €24,70 o bilhete de 72 hs e inclui as zonas ABC. Quem tem dias sobrando na capital alemã, o Berlin Museum Pass a €24. As visitações ao Bundestag, (Parlamento Alemão) costumam formar filas imensas e tem reserva com hora marcada obrigatória, que só pode ser feita online. A confirmação vem por email e a visita continua gratuita.


-Lisboa: Lisboa card (uso ilimitado de transporte publico e entrada gratuita e sem fila em vários monumentos importantes, como o Mosteiro dos Jerônimos e o Arco da Rua Augusta (além de descontos em diversos outros), ajuda a ganhar tempo e dinheiro; o passe de 24hs custa €18,50; o de 48 hs, €31,50 e o de 72hs, €39 (o mais recomendável).


-Viena: Vienna Card, que sai por € 21,90 a versão de 48 hs e €24,90 a de 72 hs é aconselhável a quem quer descontos em museus atrações e lojas. Já o Sissi ticket são bem econômicos pra quem visita a cidade e para quem quer fugir de filas como nos palácios Hofburg e do Schönbrunn, mas ainda precisa circular de transporte público pela cidade.


Amsterdã: O Amsterdam City Card, não poupa o turista de passar pela bilheteria, pois o cartão magnético tem que passar no leitor e só depois a entrada é impressa. Caso não use o passe, vale a pena comprar ingresso para o museu Van Gogh online a €17. Já a atração com a maior fila de Amsterdã, a Casa-Museu de Anne Frank, não está coberta pelo passe, compre seu ingresso pela rede com alguns dias de antecedência a €9 mais taxa de reserva de €0,50.


-Londres: Todos os museus têm visitas gratuitas, com urnas para fazer doações, mas nada obrigatório. E por incrível que pareça, o efeito colateral disto é que não há filas para nenhuma exibição permanente. É chegar e entrar.Já as outras atrações não gratuitas podem ser bem caras, e em libras. Para subir a London Eye (roda gigante famosa inglesa) compre seu “cartão de embarque” com antecedência; por £ 22,45 você vai direto para a fila normal de embarque sem passar pela bilheteria, e já no horário do seu “vôo”, e por £31,45 pega a “fast track”, uma fila expressa vip. Se estiver com crianças, pode comprar um pacote combinando a roda gigante com o Aquário (em frente), o museu de cera de Madame Tusseau, o London Dungeon e outras atrações. Outra fila enorme da cidade é em frente à Torre de Londres e pode ser evitada com um London Pass, a partir de £62 conforme a quantidade de dias que oferece e dá direito a outras atrações, como Westminster e o Castelo de Windsor. (Faça as contas antes de comprar; este é um passe que só vale a pena se você fizer uma programação bastante intensa) Se for a Londres em agosto ou setembro, pode aproveitar para visitar os salões do Palácio de Buckingham, que só são abertos nesta época.


-Atenas: o novo Museu da Acrópole vende ingressos com hora marcada pela internet. reserva pela rede online do Museu da Acrópole.

-Nova York: Uma das filas é inescapável que é a da segurança para entrada no Empire State Building. Já as outras são evitáveis: comprando online a US$ 34. Por US$ 60, você tem acesso ao deck principal (no 86º andar) e é poupado também da fila do elevador, que costuma ser enorme. Por US$ 54 (ou US$ 80 para não pegar a fila do elevador), você tem acesso ao deck principal e ao observatório no 102º andar . Se quiser evitar totalmente a confusão do Empire State, pode ir a seu maior concorrente, o Top of the Rock, que não é tão alto mas proporciona uma vista linda do Central Park (e é o único mirante do qual é possivel enxergar o próprio Empire State). O ingresso para entrada sem fila custa US$34. o New York City Pass custa em torno de U$109 para 9 dias e 6 atrações, como o Moma, Museu de Historia Natural, Metropolitan, ou escolher entre o Guggenheim ou Top of the Rock. Se quiser passear até a Estatua da Liberdade sem subir ate a coroa ou fazer um Cruzeiro pela Circle Line terá que escolher entre uma das atrações na hora da compra do cupom. Você terá que trocar o recibo por um booklet de cupons em uma das atrações, só não deixe para fazer isso nas mais cheias como Empire State ou Estatua da Liberdade, devido as filas. Já o New York Pass de uma semana custa US$ 200 (o de três dias US$ 150; o de um dia, US$ 85). Você pode visitar 80 atrações. É bastante coisa, porem o passe não livra você da fila, pois os cupons funcionam como vouchers (entra na fila da bilheteria e troca o voucher pelo ticket de entrada).

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MONTANDO UM ROTEIRO PARA A EUROPA

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Muitas pessoas me perguntam, principalmente aqueles que vão pela primeira vez, quantos dias devem disponibilizar para ir a Europa. Vamos por partes. A Europa é um continente ENORME e cheio de possibilidades. Países incríveis e lugares cheios de cultura e historia para serem explorados. Normalmente aconselho aos meus clientes que possam conhecer bem as características de cada lugar, e caso não tenham tempo de ir a um outro país mais distante, que deixem pra uma próxima oportunidade. Melhor voltar de viagem pensando em retornar em busca de novidades do que se arrepender de ter visitado rapidamente uma determinada cidade ou não te-lo aproveitado o suficiente. #tempoegranadisperdiçados
Deve-se levar em consideração, coisas aparentemente rápidas, como check in e check out, o deslocamento do aeroporto até o hotel e entre as cidades a serem visitadas, o processo de arrumação das malas… Dependendo da sua habilidade e potencial organizador, isso pode levar um tempinho!
Costumo sugerir que o cliente divida o tempo de viagem em módulos, permanecendo na cidade grande por toda a duração do módulo. Indico 3 dias para as grandes metrópoles (Roma, Londres, Lisboa, Florença) e as menores como Amsterdam, Veneza, Porto, Madri e Barcelona 2 dias. Porém Paris é uma exceção, e sugiro pelo menos 7 dias. (Na realidade Londres também se encaixaria nessa categoria,porem é uma cidade cara. Desse modo se quiser economizar, 3 dias na capital inglesa são suficientes.
Também é importante definir o deslocamento interno: carro; trem; avião. O carro considero valido quando há mais de uma pessoa viajando e querendo fazer pequenos pit stops entre as cidades. Já o trem pode ser uma boa para um bate e volta. Existem bilhetes de trem que podem ser comprados na própria estação que fazem determinados deslocamentos curtos; é o caso de Madri – Toledo.
Outros exemplos de bate volta são: Lisboa + Cintra + Cascais + Estoril; Bruxelas + Bruges;
Avião indico em ultimo caso, (pulando países por exemplo) pois apesar dos voos serem de modo geral curtos, há todo o processo de ida/volta ao aeroporto (lembre-se que aeroportos são costumeiramente longe dos grandes centros), espera da bagagem, check ins, etc.
Em relação a passagem aérea é interessante que a você possa entrar por um pais e sair por um outro, otimizando tempo e grana. Costumo conseguir dentro de um mesmo bilhete que a pessoa otimize tempo e grana.
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10 MOTIVOS PARA VISITAR A AUSTRÁLIA

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O país passou há um tempo um destino um pouco mais procurado pelos brasileiros. É um lugar muito seguro para se viajar, seja sozinho ou acompanhado, inclusive para mulheres que viajam sozinhas. Os australianos são um povo alegre e receptivo. Na cidade mais populosa do pais, Sydney, o surf vai muito além de uma atividade física. É um estilo de vida que determina muitas vezes onde a família vai morar, e se vê gerações surfando juntas! As casas são grandes e os quintais imensos. A natação é outra paixão australiana: além de praticada nas piscinas fechadas, é um hábito nadar no mar ou nas piscinas de água salgada em algumas praias. Cedo da manhã, inverno ou verão, essas piscinas estão cheias! E a água não é aquecida! Também pratica-se uma imensidade de esportes, não por acaso a Austrália possui tantos atletas olímpicos, Em Melbourne acontecem o Grand Prix da Fórmula 1 e o Australian Open de tênis. Abaixo a paradisíaca ilha da Tasmânia e o Museu Opera House de Sidney.

 

1-Ponte da Baía de Sydney (Harbour Bridge)

Esse é um dos MUST-SEE da Austrália. A ponte bateu diversos recordes como o de maior ponte em arco feita de aço. Ela liga o centro financeiro de Sidney a costa norte residencial e comercial. Além disso, existem “mirantes” de dentro da ponte que podem ser visitados e de onde terá uma visão incrível de vários lugares da cidade, como por exemplo do Porto de Sydney. Fica ao lado de um imenso conjunto arquitetônico, que inclui o famoso Opera House, do skyline do centro da cidade, da baía e do lindo Royal Botanic Gardens. Programe uma tarde para tomar um drink no Ópera Bar ao pôr-do-sol e, se der sorte de conseguir ingresso para um bom espetáculo, no Opera House melhor ainda!

 

2- Zoológicos Australianos

O Jardim Zoológico Taronga possui mais de 340 espécies de animais. Por todo o país também existem zoológicos reunindo muitas espécies que só se encontra na Australia.

 

3- O inverno é lindo

O inverno começa em junho e justamente nessa época há o famoso Vivid Sydney, que não é nada mais nada menos que um festival focado em luzes. Os temas variam de ano para ano e é um verdadeiro espetáculo.

4- Estudantes são bem vindos

O país dá muito valor aos estudos, e as universidades australianas estão entre as melhores do mundo.Entre elas, as que fazem parte do Group of Eight ( A University of Western Australia, Monash University, The University of Sydney, The University of Melbourne, The Australian National University, The University of Adelaide, The University of New South Wales e The University of Queensland formam esse grupo) e as Universidades do ATN (Fazem parte dessa aliança a RMIT University, a University of South Australia, a University of Technology Sydney, a Curtin University e a Queensland University of Technology) A maioria delas é muito receptiva com estudantes do exterior. O país é um dos mais procurados por aqueles que desejam fazer intercâmbio.
SAIBA MAIS SOBRE INTERCAMBIOS AQUI

5- Clima de férias

Tudo é muito bem planejado na Austrália, e cerca de 90% da população mora em cidades litorâneas. O tempo é agradável, a natureza e o estilo de vida ao ar livre fará com que você aproveite as belezas que só esse país oferece. A atmosfera é super alegre e descontraída. Os australianos são conhecidos por serem relaxados, casuais, e certamente vão fazer você se sentir bem-vindo!

6- Grande Barreira de Corais

A Grande Barreira de Corais é constituída por 2.900 recifes individuais com cerca de 900 ilhas. É a maior estrutura de corais do mundo tanto que pode até mesmo ser vista do espaço! No meio disso tudo, os turistas podem se maravilhar com tais belezas naturais, desde maravilhosas paredes de corais, até avistar os peixes palhaços (clown fish, o NEMO). Mergulhar na Great Barrier Reef está na lista dos passeios imperdíveis na Austrália.

7- Gastronomia

A Austrália é o lar de alguns dos restaurantes mais interessantes, que oferecem produtos frescos e ingredientes nativos que você não vai encontrar em qualquer outro lugar do mundo.
Há uma liberdade e criatividade para criar, onde chefs abraçam a diversidade e uma rica história multicultural, complementado por uma cena de vinho que é ao mesmo tempo profunda em suas raízes e vigoroso no seu crescimento.
No Sul no país, existem regiões conhecidas por terem os melhores frutos do mar do mundo. Além disso, como a Austrália é um pais multicultural, pode-se encontrar restaurantes franceses e ingleses como muita facilidade . E você conhece aquele famoso restaurante chamado Outback, pois ele é especializado em culinária australiana.

 

8- Cultura aborígene

Desde 1995 a bandeira aborígene australiana e a bandeira dos nativos do Estreito de Torres são consideradas oficiais pelo governo. Alguns povos permaneceram com seus costumes e tem ajuda governamental para continuar assim. Existe toda uma mitologia acerca desses povos, alem de 700 dialetos no país. Atualmente existem cerca de 250 grupos espalhados pelo país pela periferia. Vale a pena aprender sobre a rica cultura aborigene.

9- Vale dos gigantes

Um dos principais pontos turísticos do país é o “Walpole-Nornalup National Park” com árvores que possuem mais de 400 anos de idade. Elas são simplesmente fantásticas , a paisagem é estonteante, mesmo por fotos. Através de pontes suspensas, você anda na altura das árvores e consegue ver tudo que tem direito…

10- Cangurus e outros animais

A Austrália acha que o canguru é tão importante que é um símbolo para seu país. Mas não é só os cangurus que encontramos nesse pais que tem mais 200.000 espécies em sua fauna. O famoso coala, que é muito mais pacífico que o canguru.

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